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	<title>Arquivo de 🇧🇷 - Casal Mega Viajante</title>
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	<title>Arquivo de 🇧🇷 - Casal Mega Viajante</title>
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		<title>Pico dos Marins: como se preparar para o desafio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nancy Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 18:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Roteiros]]></category>
		<category><![CDATA[🇧🇷]]></category>
		<category><![CDATA[Pico dos Marins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Pico dos Marins ganhou notoriedade nacional, não apenas por sua beleza natural, mas também por um episódio que tomou conta das redes sociais. Em 2022, o coach Pablo Marçal levou um grupo despreparado para a trilha, em plena tempestade, e precisou ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros. Desde então, o nome&#8230;&#160;<a href="https://casalmegaviajante.com.br/pico-dos-marins-como-se-preparar-para-o-desafio/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Pico dos Marins: como se preparar para o desafio</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="162" data-end="622">Nos últimos anos, o <strong>Pico dos Marins</strong> ganhou notoriedade nacional, não apenas por sua beleza natural, mas também por um episódio que tomou conta das redes sociais.</p>
<p data-start="162" data-end="622">Em 2022, o coach Pablo Marçal levou um grupo despreparado para a trilha, em plena tempestade, e precisou ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros. Desde então, o nome “<strong>Pico dos Marins</strong>” passou a circular com força na mídia, despertando curiosidade e atraindo ainda mais aventureiros, assim como nós, para a montanha.</p>
<p data-start="162" data-end="622">Por isso, ao planejar essa aventura, decidimos unir responsabilidade com diversão.</p>
<p data-start="162" data-end="622">Convidamos um casal de amigos, traçamos um roteiro seguro e seguimos com o espírito leve, mas sempre com os pés firmes no chão (ou nas pedras).</p>
<p data-start="162" data-end="622">A seguir, compartilhamos tudo sobre essa experiência inesquecível e o que você precisa saber antes de se lançar nessa jornada rumo ao topo.</p>
<h2 data-start="624" data-end="1008">Onde está localizado o Pico dos Marins</h2>
<p data-start="624" data-end="1008"><img decoding="async" class="wp-image-2429 alignleft" src="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_paisagem-225x300.jpeg" alt="Pico dos Marins_paisagem" width="175" height="233" srcset="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_paisagem-225x300.jpeg 225w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_paisagem-768x1024.jpeg 768w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_paisagem.jpeg 960w" sizes="(max-width: 175px) 100vw, 175px" /></p>
<p data-start="624" data-end="1008">Localizado na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, o <strong>Pico dos Marins</strong> integra a belíssima Serra da Mantiqueira.</p>
<p data-start="624" data-end="1008">Com 2.421 metros de altitude, é considerado um dos pontos mais altos do estado de São Paulo e oferece uma das vistas mais espetaculares do Brasil.</p>
<p data-start="624" data-end="1008">No entanto, embora encantador, o trajeto exige preparo físico, atenção aos detalhes e respeito pelas condições climáticas.</p>
<h3 data-start="1010" data-end="1377"></h3>
<h3 data-start="1010" data-end="1377"></h3>
<h3 data-start="1010" data-end="1377"></h3>
<h3 data-start="1010" data-end="1377"></h3>
<h3 data-start="1010" data-end="1377">Por que &#8220;Pico dos Marins&#8221;</h3>
<p data-start="1010" data-end="1377" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O nome “<strong>Pico dos Marins</strong>” tem origem curiosa e remete ao passado da região.</p>
<p data-start="1010" data-end="1377" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Conta-se que, no século XIX, um grupo de militares da Marinha subiu a montanha durante uma missão de reconhecimento. Desde então, o local passou a ser conhecido como o “pico dos marinheiros”, que mais tarde foi encurtado para “Pico dos Marins”.</p>
<p data-start="1010" data-end="1377" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por isso, embora esteja longe do mar, a montanha carrega essa referência náutica.</p>
<p data-start="1010" data-end="1377" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Além disso, o nome permaneceu por gerações, reforçando o vínculo histórico. Hoje, ao visitar o pico, além da aventura, você também se conecta com um pedaço da nossa história.</p>
<h2 data-start="156" data-end="432">Dando Start na viagem</h2>
<p data-start="156" data-end="432">Quando planejamos ir para os Marins com um casal de amigos, já tínhamos ouvido falar que a trilha não seria muito fácil, pois a região é conhecida pelas suas belas paisagens e desafios para quem gosta de aventura.</p>
<p data-start="434" data-end="730">Nosso amigo Maurício reservou a Pousada das Flores, em Marmelópolis, uma pequena cidade com cerca de 3,5 mil habitantes.</p>
<p data-start="434" data-end="730">Como a distância até Santos é de aproximadamente 4 horas, vale a pena sair na sexta-feira para aproveitar também as cachoeiras acessíveis na região, além de realizar a trilha.</p>
<h3 data-start="732" data-end="1038">Algumas dicas importantes para compartilhar</h3>
<p data-start="732" data-end="1038"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-2430 alignright" src="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_descida-225x300.jpeg" alt="Pico dos Marins_descida" width="294" height="392" srcset="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_descida-225x300.jpeg 225w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_descida-768x1024.jpeg 768w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_descida.jpeg 960w" sizes="(max-width: 294px) 100vw, 294px" />A primeira dica é configurar o Waze para não permitir estradas não pavimentadas ou escolher a rota por Delfim, para evitar trechos de terra.</p>
<p data-start="732" data-end="1038">A melhor época para visitar o <strong>Pico dos Marins</strong> é no inverno, pois há menos chuvas, com o solo molhado, a trilha se torna escorregadia e, em alguns trechos, quase impossível.</p>
<p data-start="1040" data-end="1375">Antes de ir, consulte a previsão do tempo e leve blusas de segunda pele para usar sob o casaco. Prefira mochilas com cinto abdominal, pois, ao escalar as pedras, a mochila pode se deslocar para os lados e atrapalhar.</p>
<p data-start="1040" data-end="1375">Leve mais água do que comida, recomendamos de 2 a 3 litros por pessoa. No nosso caso, sentimos mais sede do que fome.</p>
<p data-start="1377" data-end="1581">A cada 2 ou 3 horas, é bom colocar uma fruta seca na boca para manter a energia. Castanhas e frutas secas são ótimas opções, pois ocupam pouco espaço e são práticas.</p>
<p data-start="1377" data-end="1581">Gostamos de levar também whey protein.</p>
<h3 data-start="1583" data-end="1762">O que você deve usar?</h3>
<p data-start="1583" data-end="1762"><img decoding="async" class=" wp-image-2431 alignleft" src="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Casal-300x225.jpeg" alt="Pico dos Marins_Casal" width="481" height="361" srcset="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Casal-300x225.jpeg 300w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Casal-1024x768.jpeg 1024w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Casal-768x576.jpeg 768w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Casal.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 481px) 100vw, 481px" />Compre sapatos apropriados para caminhada, pois as pedras escorregam, e os calçados específicos para trilha oferecem mais aderência. Na volta, bons sapatos farão toda a diferença.</p>
<p data-start="1764" data-end="2102">Não gosto de usar bastões de apoio, mas vi pessoas que os utilizam com muita destreza.</p>
<p data-start="1764" data-end="2102">Eu prefiro usar luvas com material aderente na palma para segurar melhor nas pedras. Brincamos que ativamos o &#8220;modo aranha&#8221;, já que nos apoiávamos com mãos e pés.</p>
<p data-start="1764" data-end="2102">Usei luvas de ginástica, mas se você tiver luvas que cubram os dedos, será ainda melhor.</p>
<p data-start="2104" data-end="2206">Usei uma calça de segunda pele, mas como, durante a caminhada, você sente calor, não achei necessário.</p>
<h3 data-start="2208" data-end="2416">Sobre onde ficar no Pico dos Marins</h3>
<p data-start="2208" data-end="2416">O Sr. Aécio, da <a href="https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g2578015-d10839006-Reviews-Pousada_das_Flores-Marmelopolis_State_of_Minas_Gerais.html">Pousada das Flores</a>, está acostumado com hóspedes que saem cedo e, por isso, serve um bom café da manhã a partir das 6h.</p>
<p data-start="2208" data-end="2416">De Marmelópolis até o início da trilha são cerca de 30 minutos de carro.</p>
<p data-start="2418" data-end="2763">Por volta das 8h começamos a trilha, com um sol lindo.</p>
<p data-start="2418" data-end="2763">Passe protetor solar e leve para reaplicar, o frio engana, e você pode acabar queimado. Achei surpreendente ver como muitas pessoas preferem levar mochilas grandes para acampar no topo, em vez de subir e descer no mesmo dia.</p>
<p data-start="2418" data-end="2763">Tentei carregar uma mochila de 20 quilos e não achei nada fácil!</p>
<h2 data-start="2765" data-end="3126">Começando a trilha</h2>
<p data-start="2765" data-end="3126"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2432 alignleft" src="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-28-at-19.19.16-300x225.jpeg" alt="" width="305" height="229" srcset="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-28-at-19.19.16-300x225.jpeg 300w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-28-at-19.19.16-1024x768.jpeg 1024w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-28-at-19.19.16-768x576.jpeg 768w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-06-28-at-19.19.16.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" /></p>
<p data-start="2765" data-end="3126">Nosso amigo usou o <a href="https://pt.wikiloc.com/outdoor-navigation-app">aplicativo Wikiloc</a>, que permite baixar e seguir a trilha.</p>
<p data-start="2765" data-end="3126">Ele emite alertas caso você se desvie do caminho. Se você não tem experiência, recomendo fortemente contratar um guia. Às vezes, a trilha não está bem definida porque o mato cresce por cima.</p>
<p data-start="2765" data-end="3126">Em alguns pontos, há flechas e pegadas nas pedras para ajudar, mas é necessário estar atento.</p>
<p data-start="3128" data-end="3292">As áreas são divididas em zonas, sinalizadas com placas nas pedras. Caso precise de ajuda, mencione a placa mais próxima (por exemplo, Z5) para facilitar o resgate.</p>
<p data-start="3294" data-end="3628">A subida é de mais de 1.000 metros.</p>
<p data-start="3294" data-end="3628">Nos dois primeiros terços do percurso, o trajeto é tranquilo. No terço final, a inclinação e o número de pedras aumentam.</p>
<p data-start="3294" data-end="3628">Muitas vezes, o Luís me ajudou me dando a mão, se não fosse por ele, não sei se teria conseguido. Tenho 1,54m, e minhas pernas, por vezes, não alcançavam as pedras de apoio, digo que foi desafiador&#8230;</p>
<h3 data-start="3630" data-end="4045">A beleza do Pico dos Marins</h3>
<p data-start="3630" data-end="4045">Durante o caminho, conseguimos ver as montanhas de pedra e nuvens abaixo delas.</p>
<p data-start="3630" data-end="4045">Também apreciamos a delicadeza das flores típicas da região. Não vimos animais, apenas alguns pássaros. O mato alto roçava nos braços e pernas, mas, diferentemente de outras trilhas, não causava coceira.</p>
<p data-start="3630" data-end="4045">Em trechos dentro do mato, é preciso cuidado com plantas e pedras que podem causar tropeços. Há poucos pontos com passagem de água.</p>
<p data-start="4047" data-end="4544">Se eu estivesse com mochila de acampamento, teria certamente escorregado.</p>
<p data-start="4047" data-end="4544"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-2433 alignleft" src="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Caderno-225x300.jpeg" alt="Pico dos Marins_Caderno" width="225" height="300" srcset="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Caderno-225x300.jpeg 225w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Caderno-768x1024.jpeg 768w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Caderno.jpeg 960w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />Do topo, fizemos imagens com o drone, que captaram bem a grandiosidade do lugar. Assinamos o livro e ficamos cerca de uma hora admirando a paisagem.</p>
<p data-start="4047" data-end="4544">Já havia várias barracas instaladas por pessoas que passariam a noite e desceriam no dia seguinte. A vista é incrível! Dá para ver o Vale do Paraíba.</p>
<p data-start="4047" data-end="4544">Apesar da altitude de 2.421 metros, não sentimos mal-estar. A natureza molda as pedras em formas interessantes e harmônicas.</p>
<h3 data-start="4546" data-end="4919">Hora de descer</h3>
<p data-start="4546" data-end="4919">A descida é mais desgastante para os pés, pois exige mais freio.</p>
<p data-start="4546" data-end="4919">Ativamos o &#8220;modo aranha&#8221; tantas vezes que a mochila do Luís acabou rasgando o bolso da frente. Se você tem amor incondicional por alguma mochila, não a leve nessa trilha. O equilíbrio diminui com o cansaço, cuidado ao pisar em pedras irregulares e ao pular; veja antes se o chão é firme para evitar torções.</p>
<p data-start="4921" data-end="5082">Outro lembrete importante: não deixe lixo na trilha! Seus filhos e netos podem querer utilizá-la um dia, e preservar a natureza é responsabilidade de todos nós.</p>
<p data-start="5084" data-end="5303">Após um booooom banho, descobrimos que em Marmelópolis não tem muitas opções para jantar, mas há uma hamburgueria de carne artesanal, a Brutus Burger, da sobrinha do Sr. Aécio (parece que todos por lá são parentes!).</p>
<h2 data-start="5305" data-end="5491">Nossas considerações sobre a trilha do Pico dos Marins</h2>
<p data-start="0" data-end="393"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2434 alignleft" src="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Nuvem-225x300.jpeg" alt="Pico dos Marins_Nuvem" width="239" height="319" srcset="https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Nuvem-225x300.jpeg 225w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Nuvem-767x1024.jpeg 767w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Nuvem-768x1025.jpeg 768w, https://casalmegaviajante.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pico-dos-Marins_Nuvem.jpeg 959w" sizes="(max-width: 239px) 100vw, 239px" />Chegar ao topo do <strong>Pico dos Marins</strong> foi, sem dúvida, uma das experiências mais desafiadoras e recompensadoras que já vivemos.</p>
<p data-start="0" data-end="393">Embora a trilha exija preparo físico, atenção e respeito aos limites, ela oferece, em troca, um cenário de tirar o fôlego e uma sensação única de superação. Por isso, se você gosta de natureza, aventura e silêncio que acalma, esse destino precisa entrar na sua lista.</p>
<p data-start="395" data-end="617">Além disso, o trajeto nos ensinou muito sobre planejamento e trabalho em equipe. Desde a escolha do equipamento até como lidamos com os obstáculos do caminho, tudo influenciou diretamente no sucesso da caminhada.</p>
<p data-start="619" data-end="897">Outro ponto importante é entender que o <strong>Pico dos Marins</strong> não é uma trilha qualquer, ele exige responsabilidade. Portanto, respeitar a natureza, seguir as sinalizações, checar a previsão do tempo e, se necessário, contratar um guia são atitudes fundamentais para sua segurança.</p>
<p data-start="899" data-end="1232" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Enfim, voltamos para casa com as pernas cansadas, mas o coração leve e cheio de gratidão. A beleza da Mantiqueira, a força das pedras e o silêncio das alturas nos fizeram desacelerar, respirar fundo e viver o presente.</p>
<p data-start="899" data-end="1232" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Se estiver preparado, vá. Mas vá com consciência, respeito e a alma aberta para tudo o que o caminho pode ensinar.</p>
<p data-start="899" data-end="1232" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
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		<title>🇧🇷 Urubici: Um Guia Completo para Sua Viagem de Inverno</title>
		<link>https://casalmegaviajante.com.br/urubici-um-guia-completo-para-sua-viagem-de-inverno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nancy Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 18:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[🇧🇷]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Urubici, localizada na Serra Catarinense, é um destino encantador para os amantes da natureza e da aventura. Conhecida por suas paisagens deslumbrantes e clima ameno, a cidade oferece uma variedade de atrações que cativam visitantes de todas as idades. Entre os pontos turísticos mais famosos estão a Pedra Furada, um impressionante arco natural esculpido pelo&#8230;&#160;<a href="https://casalmegaviajante.com.br/urubici-um-guia-completo-para-sua-viagem-de-inverno/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">🇧🇷 Urubici: Um Guia Completo para Sua Viagem de Inverno</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Urubici</strong>, localizada na Serra Catarinense, é um destino encantador para os amantes da natureza e da aventura.</p>
<p>Conhecida por suas paisagens deslumbrantes e clima ameno, a cidade oferece uma variedade de atrações que cativam visitantes de todas as idades.</p>
<p>Entre os pontos turísticos mais famosos estão a Pedra Furada, um impressionante arco natural esculpido pelo vento e pela chuva, e o Morro da Igreja, que proporciona uma vista panorâmica de tirar o fôlego.</p>
<p>Além das belezas naturais, <strong>Urubici</strong> é rica em cultura e história.</p>
<p>A cidade abriga sítios arqueológicos com inscrições rupestres que datam de milhares de anos, oferecendo um vislumbre fascinante do passado.</p>
<p>Para os aventureiros, há trilhas desafiadoras, cachoeiras exuberantes e oportunidades para praticar esportes radicais como rapel e escalada.</p>
<p><strong>Urubici</strong> é o destino perfeito para quem busca tranquilidade, contato com a natureza e experiências inesquecíveis.</p>
<p>Na semana que antecedeu nossa viagem para, a previsão do tempo indicava temperaturas de -3°C. Por isso, preparamos nossa mala com roupas de neve, incluindo segunda pele, casacos de esqui e calças térmicas.</p>
<p>Estávamos prontos para enfrentar o frio e aproveitar ao máximo o que a cidade tinha a oferecer.</p>
<h3>Como chegar a Urubici</h3>
<p>O voo de São Paulo para Florianópolis dura cerca de 1 hora e 15 minutos.</p>
<p>Se você precisar de um carro, é melhor alugá-lo em Florianópolis. Alguns amigos fizeram o trajeto de carro desde São Paulo, mas, com algumas intercorrências, a viagem de 9 horas e 40 minutos pode facilmente se transformar em 12 horas.</p>
<p>Para chegar em <strong>Urubici</strong>, optamos por percorrer a deslumbrante Estrada do Rastro, a mais de 1.420 metros de altitude.</p>
<p>Com suas curvas fechadas e íngremes, a estrada demora um pouco mais, mas a paisagem compensa.</p>
<p>Há paradas estratégicas ao longo do caminho para fotos, especialmente no platô final, onde a vista é simplesmente espetacular.</p>
<p>Curiosamente, o frio na região é tão intenso que o dono de uma mercearia precisa colocar a água na geladeira para não congelar.</p>
<h3>Onde ficar em Urubici</h3>
<p>Em <strong>Urubici</strong>, nos hospedamos em um chalé aconchegante, o <a href="https://www.instagram.com/viladalebre/">Vila das Lebres</a>, alugado pelo Airbnb.</p>
<p>A entrada é feita por senha, então é importante prestar atenção ao horário em que sua senha começa a valer.</p>
<p>O chalé superou nossas expectativas, com água quente abundante, aquecedores de toalhas e piso aquecido.</p>
<p>O destaque foi uma hidromassagem com vista para as araucárias, proporcionando um momento de relaxamento único.</p>
<h3>Primeiros passeios: Serra do Corvo Branco e Cachoeira do Avencal</h3>
<p>No primeiro dia, visitamos a Serra do Corvo Branco.</p>
<p>No caminho, passamos por árvores de troncos e galhos finos e secos, que descobrimos serem macieiras. Essas árvores precisam de 700 horas de temperaturas abaixo de -7°C para florescerem em outubro e darem frutos em fevereiro.</p>
<p>As maçãs de Urubici são exportadas para diversos países, como Bangladesh, Rússia e Índia.</p>
<p>A Serra do Corvo Branco foi a primeira estrada aberta entre o litoral e a serra catarinense.</p>
<p>Na entrada dos mirantes de vidro, há um corredor profundo cercado por rochas de até 90 metros de altura, o maior corte em rocha do Brasil.</p>
<p>Durante nossa visita, quase perdemos uma nota de 50 reais que voou pelo corredor de vento, mas, após algumas corridas, conseguimos recuperá-la. Fica a dica: segure bem seus pertences!</p>
<p>O caminho até os seis mirantes é tranquilo e pode ser feito de carro.</p>
<p>Recomendo pagar os R$ 60,00 (preço na época) por pessoa para explorar a área.</p>
<p>A estrada serpenteante e as cadeias de montanhas verdes são de tirar o fôlego. Uma das montanhas tem até formato de pirâmide, coberta por vegetação, uma visão que contrasta com as pirâmides do Egito.</p>
<p>Depois, seguimos para o Eco Parque Cachoeira Papuã para ver a Cachoeira do Avencal.</p>
<p>A cachoeira tem esse nome devido às avencas que crescem nas rochas ao redor. Há um elevador para descer até a base da cachoeira, mas, durante nossa visita, as bicicletas flutuantes não estavam funcionando.</p>
<p>No caminho de volta, paramos para ver as pinturas rupestres no Guardião do Avencal Bar/Café. A entrada custa R$ 20,00  por pessoa.</p>
<h3>Surpresas de inverno</h3>
<p>No dia seguinte, fomos surpreendidos por uma geada que cobriu os campos, deixando a grama branca e crocante.</p>
<p>O carro estava cheio de gelo, e tivemos que jogar água no para-brisa antes de usá-lo (dica importante para evitar quebrá-lo).</p>
<p>Partimos para o <a href="https://www.icmbio.gov.br/parnasaojoaquim/">Parque Nacional de São Joaquim</a>, onde fizemos uma trilha de 4 horas até a Pedra Furada.</p>
<p>Para realizar a trilha, é imprescindível contratar um guia, que também pode ajudar a obter o ticket gratuito de autorização no centro da cidade, no <a href="https://www.gov.br/icmbio/pt-br">Instituto Chico Mendes</a>.</p>
<p>A trilha até a Pedra Furada é considerada difícil, com trechos que exigem esforço físico, mas a vista compensa.</p>
<p>No inverno, o frio é intenso e um riachinho no caminho estava congelado, com a água correndo por baixo de uma camada de gelo.</p>
<p>Se for no verão, não se esqueça do filtro solar e repelente, pois os mosquitos podem ser um incômodo.</p>
<h3>Despedida de Urubici: Uma parada em Florianópolis</h3>
<p>No dia da volta, dirigimos até Florianópolis, mas ainda teríamos muitas horas de espera até o voo.</p>
<p>Aproveitamos para conhecer a praia da <strong>Joaquina</strong>, que no inverno fica praticamente deserta.</p>
<p>Almoçamos em um restaurante com vista para o mar e, ao lado da praia, exploramos as dunas, onde alguns jovens arriscavam um ski na areia.</p>
<p>Conseguimos adiantar o voo sem custos, o que encerrou nossa viagem com chave de ouro.</p>
<h3>Considerações finais</h3>
<p>Se você busca uma viagem diferente e não tem muito tempo livre, recomendo um voo de São Paulo para Florianópolis e uma visita a <strong>Urubici</strong>.</p>
<p>Prefira o inverno para evitar mosquitos e não sofrer com o calor nas trilhas. <strong>Urubici</strong> é um destino que combina aventura, belas paisagens e experiências únicas.</p>
<p>Não perca a oportunidade de explorar essa joia da Serra Catarinense!</p>
<p>O post <a href="https://casalmegaviajante.com.br/urubici-um-guia-completo-para-sua-viagem-de-inverno/">🇧🇷 Urubici: Um Guia Completo para Sua Viagem de Inverno</a> apareceu primeiro em <a href="https://casalmegaviajante.com.br">Casal Mega Viajante</a>.</p>
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		<title>🇧🇷 Petar: Explorando cavernas e cachoeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nancy Gasparini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 17:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[🇧🇷]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é um amante da natureza e está em busca de uma aventura inesquecível, o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar) é o destino perfeito para você. Localizado no sul do estado de São Paulo, o Petar é um verdadeiro tesouro escondido, repleto de belezas naturais e atividades emocionantes. Com mais de 350&#8230;&#160;<a href="https://casalmegaviajante.com.br/petar/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">🇧🇷 Petar: Explorando cavernas e cachoeiras</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é um amante da natureza e está em busca de uma aventura inesquecível, o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (<strong>Petar</strong>) é o destino perfeito para você.</p>
<p>Localizado no sul do estado de São Paulo, o <strong>Petar</strong> é um verdadeiro tesouro escondido, repleto de belezas naturais e atividades emocionantes.</p>
<p>Com mais de 350 cavernas, cachoeiras deslumbrantes, trilhas exuberantes e uma biodiversidade impressionante, o parque oferece uma experiência única para os visitantes.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar as principais atrações do <strong>Petar,</strong> dicas de como se preparar para a viagem e o que esperar ao se aventurar por este paraíso natural.</p>
<p>Prepare-se para descobrir um mundo subterrâneo fascinante, mergulhar em águas cristalinas e se encantar com a rica fauna e flora da região. Venha conosco e desvende os segredos do PETAR!</p>
<p><span style="font-weight: 400">A distância entre São Paulo e o <strong>Petar</strong> (<a href="https://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/parques-e-reservas-naturais/parque-estadual-turistico-do-alto-ribeira/">Parque Estadual do Vale do Ribeira</a>) é de cerca de cinco horas, sem contar as paradas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Três dias, na minha opinião, são suficientes para conhecer muitas cavernas e cachoeiras, e vale muito a pena!</span></p>
<h2><b>A jornada começa rumo ao Petar</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Saímos de Santos bem cedo e, no caminho, perto da cidade de Iporanga, em Eldorado, fomos surpreendidos pela paisagem de quilômetros e quilômetros de plantações de banana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Chegamos ao <strong>Petar</strong> antes das 12 horas, com tempo suficiente para almoçar no centro da cidade.</span></p>
<h3><b>A importância de um guia local quando se chega ao Petar</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Não aconselhamos visitar o <strong>Petar</strong> sozinho. O indicado é contratar um guia local, e nossa indicação fica para o querido Milsinho (Jamilson Motta), que tem raízes familiares na cidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atmosfera do local é típica de uma cidade do interior, onde todos se conhecem, inclusive os cachorros, que frequentemente nos acompanhavam em trechos das caminhadas até as cavernas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um guia é essencial, pois ele fornece capacetes (acredite, isso evita muitos galos na cabeça!) e luzes de LED acopladas para iluminar o interior das cavernas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antigamente, usava-se carbureto, um produto que, em contato com a água, emitia um gás que gerava uma chama. No entanto, isso manchava as estalactites e estalagmites, além de fornecer uma iluminação fraca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, com as luzes de LED, o interior das cavernas se tornou muito mais bonito e impressionante.</span></p>
<h3><b>Acomodações na Pousada Rancho da Serra</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ficamos na Pousada Rancho da Serra, em quartos para quatro pessoas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há um banheiro dentro do quarto e três banheiros externos que também podem ser usados para tomar banho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A água é quente o suficiente, e o café da manhã é excelente. Eles oferecem sacolas de lanches para levar nas trilhas, que você pode encomendar com sanduíche, bolacha doce, suco e uma fruta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de ser julho, não passamos muito frio.</span></p>
<h3><b>O que levar na mala</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ao preparar a mala, inclua roupas que sequem rapidamente, como as de nylon. Certamente, o tênis ou sapato de trilha vai molhar; então, se possível, leve um par extra para trocar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Usei o mesmo par por dois dias e, para diminuir a sensação de desconforto ao colocar o tênis molhado, usei um plástico sobre as meias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando o tênis molhar durante a trilha, retire o plástico e guarde-o na mochila para descartá-lo posteriormente em um local adequado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma pochete usada enviesada no tronco é útil para carregar o celular e agilizar na hora de tirar fotos, além de proteger o aparelho ao entrar em uma caverna onde o nível da água chega até o tronco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Leve também uma mochila para transportar comida, água, blusas que você vai tirando à medida que o dia esquenta, filtro solar e repelente, se for época de calor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mochilas com reservatório de água são úteis, mas o mais importante é que elas tenham tiras que se abrem e fecham facilmente, para não penderem para o lado durante a caminhada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Certifique-se de que o sapato ou tênis de trilha não esteja com a sola muito gasta, pois as pedras podem ter limo e ficar escorregadias. Boné e óculos de sol também são recomendados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para os lanches nas trilhas, leve sementes como castanhas e frutas secas, que são práticas e ajudam a quebrar o jejum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Recentemente, temos levado whey protein para saciar a fome por mais tempo.</span></p>
<h3><b>Os Núcleos de visitação do Petar</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O parque possui quatro núcleos de visitação estrategicamente localizados: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400">Núcleo do Ouro Grosso, </span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Núcleo Caboclos, </span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Casa de Pedra,</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Núcleo Santana. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das cavernas possui a maior boca de entrada do mundo, com 215 metros. Os monitores devem ser credenciados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na época em que visitamos, segundo o site oficial, havia 12 cavernas abertas à visitação, com ingressos a R$ 19,00 por pessoa (isenção para maiores de 60 anos e menores de 12 anos, e 50% de desconto para estudantes).</span></p>
<h3><b>Explorando o núcleo Ouro Grosso</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em nosso primeiro dia no <strong>Petar</strong>, visitamos o <a href="https://ourogrosso.ingressosparquespaulistas.com.br/">Núcleo Ouro Grosso</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As cavernas da região já foram o fundo de um oceano; com a pressão de milhares de anos sobre os sedimentos, formou-se a rocha calcária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O maciço original dessa rocha sofreu a ação da água, dando origem às cavernas, que possuem entrada e saída. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O fluxo da água formou rios e até cachoeiras dentro das cavernas, ajudando a esculpir as maravilhosas estalactites e estalagmites. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vegetação também influência nesse processo; sem vegetação para diminuir o impacto da água na pedra, as rochas podem adquirir formas pontiagudas e ranhuras laterais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a caminhada, tivemos que passar por em uma árvore chamada pau-d’alho, que estava apoiada na rocha para não cair. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A entrada estreita da Caverna Ouro Grosso já despertava o nosso senso de aventura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As pedras úmidas e esculpidas, e a sensação de passar por estreitos trajetos, nos faziam sentir como Indiana Jones, rendendo muitas risadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É lindo caminhar entre as rochas e ver o fluxo de água; parecia outro planeta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Até que chegamos a um bolsão de água gelada com uma pequena queda d&#8217;água. Quem seria corajoso o suficiente para tirar o capacete e mergulhar? Eu tentei, mas só consegui molhar até a cintura – estava muito frio!</span></p>
<h3><b>Aventura na caverna Alambari de Baixo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após essa empolgante experiência, visitamos a Caverna Alambari de Baixo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O nível dessas trilhas é fácil. Nesta caverna, você só se molha no final (cuidado com o celular, pois a água chega quase ao pescoço). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nosso guia nos convidou a desligar a luz do capacete para sentir a escuridão total dentro da água. A experiência é única, mas eu descobri como adoro minha casinha quentinha e iluminada!</span></p>
<h3><b>O Segundo dia: Mirante Rosa dos Ventos e Trilha do Betari</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No segundo dia, começamos com um lindo dia de sol e fomos ao Mirante Rosa dos Ventos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No chão, há uma figura de uma estrela de oito pontas. Se você se sentar no centro, escuta o eco da sua própria voz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Do mirante, é possível avistar o próximo destino: a Trilha do Betari, considerada de nível médio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Rio Betari é lindo, com pedras e vegetação que formam um verdadeiro jardim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A água é cristalina, e em alguns trechos, devido ao calcário depositado, ela adquire um tom azul. Há samambaias gigantes, e, com sorte, é possível avistar macacos no alto das árvores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pelo caminho, às vezes, vemos palmeiras torcidas pelos espertos macacos, que utilizam essa estratégia para comer o palmito do tronco.</span></p>
<h3><b>Cachoeiras e Mais Aventuras</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Depois de algum tempo, tivemos uma surpresa: a Cachoeira das Andorinhas! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Fizemos uma parada para um lanche e tiramos fotos. Não dá para nadar, pois além de ser fria, a queda d&#8217;água é muito forte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A apenas 100 metros dali, encontramos a Cachoeira do Beija-Flor, que possui uma piscina natural. Conhecemos também a Caverna do Cafezal, que se destaca por suas delicadas agulhas rosadas nas estalactites, conhecidas como flores de aragonita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em seguida, fomos à Caverna da Água Suja. Apesar do nome, a água é clara e azul, com peixes semelhantes a bagres no interior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O teto da caverna é monumental, e podemos imaginar figuras esculpidas, como um golfinho, nas rochas.</span></p>
<h3><b>O Terceiro Dia: Núcleo Santana e Encerramento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No terceiro dia, visitamos o Núcleo Santana, onde percorremos trajetos sobre a água dentro da caverna e admiramos belos espeleotemas, que lembram bolos de noiva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vimos também veios brancos serpiginosos no chão, chamados travertinos, que são sais calcificados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em alguns pontos, é possível criar sons ao bater as mãos nas placas de rochas que parecem lençóis balançando ao vento, saindo do teto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Algumas placas são tão finas que permitem a passagem da luz das lanternas, criando um belo efeito de pano com fundo amarelado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Algumas formações possuem pontos muito brilhantes, que lembram cristais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na maioria das vezes, o acesso às cavernas é permitido apenas nas áreas próximas à entrada, mas algumas cavernas se estendem por vários quilômetros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na Caverna de Morro Preto, por exemplo, podemos observar os desmoronamentos, com pedras caídas no chão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Finalmente, visitamos a Caverna do Couto, que possui uma cachoeira convidativa para um banho refrescante.</span></p>
<h2><b>Considerações finais sobre nossa viagem ao Petar </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Se você tem uma lista de coisas para fazer antes de morrer, como no filme &#8220;Antes de Partir&#8221;, recomendo que inclua a visita às cavernas do <strong>Petar</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É um passeio relativamente próximo de São Paulo e uma experiência inesquecível!</span></p>
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